Seria interessante deixar de lado processos burocráticos do seu banco e começar a utilizar serviços de empresas que surgiram para inovar no setor, com ações mais rápidas, práticas e de baixo custo.

FINTECH

Imagem por: Finance Monthly

As FINTECHS (junção dos termos em inglês financial + technology), são startups que iniciaram há poucos anos e que realizam serviços financeiro, utilizando da tecnologia para inovar e ser um diferencial perante os bancos tradicionais. Muitas dessas empresas também optaram por não ter agências de atendimento aos clientes, eles podem resolver todas as necessidades utilizando o smartphone, poupando tempo e esforço. Além de oferecer atendimento remoto, essas organizações trabalham com cartões de crédito, investimentos e empréstimos, tudo pelo aplicativo.

De acordo com a Venture Scanner, empresa de pesquisa e tecnologia, já existem mais de 2 mil fintechs em todo o mundo. No Brasil, elas representam 244 desse total, e os números não param de crescer. Nubank, Creditas, Guiabolso e Picpay são algumas das Fintechs brasileiras mais conhecidas.

O uso da tecnologia resolve o problema e a grande reclamação dos consumidores é o excesso de burocracia. Não é preciso levar documentos até agências bancárias, enfrentar filas e perder tempo, basta seguir as orientações no aplicativo para ter o serviço desejado. Cada fintech se especializa em um nicho de mercado e oferece ao consumidor produtos práticos e objetivos. Dessa maneira, elas conseguem concentrar esforços e ter foco, proporcionando serviços de atendimento com alta qualidade. Ter um cartão de crédito sem anuidade, empréstimos com juros baixos e contas com tarifas menores são algumas características dos serviços oferecidos dessas empresas.

Portanto, hoje estamos em um momento que o acesso à internet se popularizou, pessoas assistem filmes e séries, ouvem músicas, chamam carros, tudo por aplicativos. E por que não realizar serviços financeiros através do smartphone? As inovações trazidas pelas Fintechs são essenciais para o desenvolvimento do mercado financeiro e satisfação das pessoas.

Autor: Mateus Matos – 12/01/2018